Se faltarem ideias, que tal uma tela com o amiguinho David Beckham...!!!! Que por acaso faz anos no mesmo dia que eu...uauau!Hummm..esta sugestão seria mais para o dia da mãe não era ?!?! :)
O meu gato amarelo irá alimentar este espaço blogosférico, pois terá mais tempo do que eu...e eu, quando morrer, reencarnarei na forma de gato amarelo.Cá nos encontraremos. Fará sentido? Não. E não esperem demasiado deste blog.
Em Macau, a moeda que circula é a pataca.
No macaense comi Minchi, um prato tradicional feito com carne picada e batatas fritas cortadas aos cubinhos, que reflecte bem as misturas ocidentais (portuguesas) e orientais. Claro que aqui servem tudo com arroz, e lá vinha o arroz sempre com o mesmo sabor característico. A bebida a acompanhar era também chá. Para comer em vez de pauzinhos é garfo e colher.
Do restaurante português não tenho fotografias. Situa-se numa rua típica da ilha da Taipa, que é uma das ilhas que fazem parte de Macau, juntamente com Coloane. Está ligada a Macau por uma ponte. Comi carne de porco à alentejana com faca e garfo :) Bebi vinho tinto e sangria.
Logo na primeira semana, graças a uma jornalista portuguesa residente em Macau, a Marta Melo (Obrigada, Marta!), tive conhecimento que iria começar um curso de cantonense, o dialecto que se fala por aqui.
Ao fundo, os -Si têm diferentes tons consoante o marcador (acentos + h). Mas se para vocês é uma coisa estranha, não duvidem que para mim também é. Não consigo distinguir os tons :)Local onde se realiza o curso:
Ir até Zhuhai é ir até à China, do outro lado da fronteira, nos limites da cidade, a norte de Macau. Uma fronteira como todas as outras, em que é necessário passar pelo controlo com passaporte na mão e visto. Muita gente, como é natural por estas bandas, onde quer que passe. Homens, mulheres com crianças ao colo ou dependuradas nas costas, idosas curvadas do peso da idade e do peso dos sacos que levam consigo. Grandes e pesados. O passo é arrastado, miudinho e apressado.


* Vista das Ruínas de S. Paulo. O edifício amarelo, ao estilo colonial português, é actualmente a Fundação Macau. O edifício enorme ao fundo, ainda em construção, é o mais recente casino: Grand Lisboa.

