Saí para tomar café, num pequeno café de esquina que tem um toque ocidental. O café expresso nem é mau, no entanto um pouco semelhante ao café que fazemos em casa. Levei alguns contos comigo para ler, e tmabém o livro "As pequenas memórias" de José Saramago, que assim como tarde ele começou a escrever, tarde eu o descobri e comecei a ler.
Tinha algumas tarefas que fazer ao computador, mas já me sentia cansada e por isso decidi sair, até porque em casa tenho de ter sempre a luz acesa, por falta de claridade.
Ora, o que achei curioso, enquanto estava embrenhada nas minhas leituras, com o ruído de fundo das conversas em cantonês e filipino, comecei a ouvir o hino português. Rapidamente tentei ver de onde vinha aquele som. Pensei que fosse um daqueles carros com megafone que fosse a passar na rua, alusivo a alguma comemoração portuguesa. Mas, qual não foi o meu espanto, quando reparei que vinha de um telemóvel de um chinês, sentado na mesa ao lado da minha. Tenho cá um palpite que ele nem sabe que música é aquela.
Já uma aluna do Rog tem uma música de Rui Veloso como toque de telemóvel, mas como estuda português, achei um pouco mais normal.
Agora, num café...nunca pensei ouvir "A Portuguesa".
Centro Cultural de Macau - algumas informações

Àrea total de 45.000 m2 (o edifício tem 11.920 m2)
Possui complexo de auditórios, café, bar e museu de arte (5 salas de exposições, sala de palestras, biblioteca multimedia).
O grande auditório tem 1.114 lugares.
O pequeno auditório tem 393 lugares.
O preço dos bilhetes varia entre 40 e 250 patacas (cerca de 4 a 25 euros), dependendo do tipo de espectáculo.
Amigos do CCM: inscrição meio ano = 60 patacas (menos de 6 euros)
inscrição ano = 120 patacas (menos de 12 euros)
Benefícios principais: descontos de 10 a 40% na compra de bilhetes.
www.ccm.gov.mo
Capricho musico-erudito-cultural
O fim-de-semana fechou com uma chave de ouro. Um concerto apresentado pela Orquestra Chinesa de Macau, no grande auditório do Centro Cultural de Macau, no Domingo, pelas 20h. Aliás, esta é a hora habitual dos espectáculos.
Estamos em pleno XVIII Festival de Artes de Macau e este foi o nosso primeiro evento.
A orquestra é constituída na sua maioria por músicos chineses, com excepção de um violoncelista, de tez ocidental.
Os instrumentos são também diferentes dos que fazem parte das orquestras ocidentais e o som eleva-se no ar com um sabor bem oriental. Sons que saíam do Ehru (“violino chinês”), da Pipa, dosGongos…mas também do contrabaixo, dos violoncelos, da flauta transversal, da pandeireta, pratos, sheng (instrumento de sopro com vários canos verticais), de inúmeros instrumentos de percussão e muitos outros (algumas imagens em baixo).
O programa era constituído por peças tradicionais compostas por artistas chineses: As Montanhas Awa, O Inesquecível Festival da Água e o Concerto para Erhu “Capriccio da Grande Muralha”, que deu nome ao concerto, entre muitas outras. Na primeira parte Deng Jiandong foi o solista que interpretou o Erhu com mestria e dedicação.
A dirigir os músicos estava o conceituado maestro, Pang Ka Pang, 42 anos, director musical e maestro principal da Orquestra Chinesa de Macau, mas que tem um curriculum invejável, sendo detentor de vários prémios e tendo dirigido orquestras da China e de muitos outros países da Ásia, Europa, EUA. Possui um estilo muito próprio imbuído de vivacidade e entusiasmo na interpretação/direcção.
A título de curiosidade, a orquestra já acompanhou vários músicos portugueses, como Rao Kyao (Novembro de 1999), Kátia Guerreiro (Outtubro 2005), Rui Veloso.
MAESTRO PANG KA PANG

PIPA

ERHU

Estamos em pleno XVIII Festival de Artes de Macau e este foi o nosso primeiro evento.
A orquestra é constituída na sua maioria por músicos chineses, com excepção de um violoncelista, de tez ocidental.
Os instrumentos são também diferentes dos que fazem parte das orquestras ocidentais e o som eleva-se no ar com um sabor bem oriental. Sons que saíam do Ehru (“violino chinês”), da Pipa, dosGongos…mas também do contrabaixo, dos violoncelos, da flauta transversal, da pandeireta, pratos, sheng (instrumento de sopro com vários canos verticais), de inúmeros instrumentos de percussão e muitos outros (algumas imagens em baixo).
O programa era constituído por peças tradicionais compostas por artistas chineses: As Montanhas Awa, O Inesquecível Festival da Água e o Concerto para Erhu “Capriccio da Grande Muralha”, que deu nome ao concerto, entre muitas outras. Na primeira parte Deng Jiandong foi o solista que interpretou o Erhu com mestria e dedicação.
A dirigir os músicos estava o conceituado maestro, Pang Ka Pang, 42 anos, director musical e maestro principal da Orquestra Chinesa de Macau, mas que tem um curriculum invejável, sendo detentor de vários prémios e tendo dirigido orquestras da China e de muitos outros países da Ásia, Europa, EUA. Possui um estilo muito próprio imbuído de vivacidade e entusiasmo na interpretação/direcção.
A título de curiosidade, a orquestra já acompanhou vários músicos portugueses, como Rao Kyao (Novembro de 1999), Kátia Guerreiro (Outtubro 2005), Rui Veloso.
MAESTRO PANG KA PANG

PIPA

ERHU

Popular
Sábado foi dia de churrasco em Hac-Sá, junto à barragem, em Coloane. Foram ex-alunos do Rogério que nos convidaram. Éramos apenas 6 pessoas, porque muitos outros não puderam comparecer. A comida era muita, desde asas de frango, salsichas, delícias do mar, beringelas, milho, entrecosto, febras, lulas, sardinhas e carapaus. Para beber: água, coca-cola e chá.
Ora, o conceito de churrasco é ligeiramente diferente do nosso. Compram tudo. As carnes já temperadas, peixe congelado, as grelhas, os espetos, tudo….que depois se deitam fora. Normalmente as encomendas são feitas na mesma loja que depois faz a entrega no local (opcional). Outras pessoas que estavam lá, encomendaram toneladas de comida, bebidas, etc, etc, que vieram entregar no local. Os churrascos são autênticos restaurantes ao ar livre.
Sentados em torno da churrasqueira, cada um vai grelhando sua comida, pincelada de mel (barbecue honey, diz no rótulo). Um mel muito líquido, mas bastante doce. E, por acaso, fica muito bem.
Para os momentos de lazer existe um espaço para as crianças brincarem, com escorrega, e também lugar para jogar basquetebol ou badmington.
Um bom chinês que se preze leva os apetrechos para jogar mah-jong: mesa com tampo verde, bancos e as peças, claro. Joga-se sempre a dinheiro.
E foi assim uma tarde (e noite) popular bem passada!
Ah! Sexta jantámos num japonês, sábado almoçámos num tailândes e domingo almoçámos num restaurante de comida portuguesa gerido por verdadeiros macaenses, que têm salada de bacalhau cru e bolinhos de bacalhau e, no final, perguntam se queremos bica. Tasquinha muito típica e engraçada.
Ora, o conceito de churrasco é ligeiramente diferente do nosso. Compram tudo. As carnes já temperadas, peixe congelado, as grelhas, os espetos, tudo….que depois se deitam fora. Normalmente as encomendas são feitas na mesma loja que depois faz a entrega no local (opcional). Outras pessoas que estavam lá, encomendaram toneladas de comida, bebidas, etc, etc, que vieram entregar no local. Os churrascos são autênticos restaurantes ao ar livre.
Sentados em torno da churrasqueira, cada um vai grelhando sua comida, pincelada de mel (barbecue honey, diz no rótulo). Um mel muito líquido, mas bastante doce. E, por acaso, fica muito bem.
Para os momentos de lazer existe um espaço para as crianças brincarem, com escorrega, e também lugar para jogar basquetebol ou badmington.
Um bom chinês que se preze leva os apetrechos para jogar mah-jong: mesa com tampo verde, bancos e as peças, claro. Joga-se sempre a dinheiro.
E foi assim uma tarde (e noite) popular bem passada!
Ah! Sexta jantámos num japonês, sábado almoçámos num tailândes e domingo almoçámos num restaurante de comida portuguesa gerido por verdadeiros macaenses, que têm salada de bacalhau cru e bolinhos de bacalhau e, no final, perguntam se queremos bica. Tasquinha muito típica e engraçada.
Fim-de-semana cultural
Este fim-de-semana foi duplamente cultural, desde a cultura popular à erudita. Mais um recarregar de experiências, antes de pegar nas malas e partir. Contarei tudo por aqui...as minhas formas de ver e sentir.
Odeio ratos!
Uma volta por Coloane -actualizado (afinal tenho fotos)
Coloane é a ilha mais verde de Macau, que está ligada à ilha da Taipa por terra (aterros). É a única ilha que tem praia: Cheoc Van e Hac Sá.
Neste fim-de-semana foi a vez de irmos até lá. Fomos de autocarro e depois andámos a pé. O centro tem um ambiente muito típico de aldeia, muito calmo. Jogava-se Mah-Jong numa espécie de barraco, que deveria ser a associação recreativa do bairro.
Fomos até à praia Cheoc Van a pé, por entre vegetação e de braço dado com pássaros e borboletas...e alguns mosquitos também. Passámos por uma zona de habitações na encosta, viradas para o mar. Muitas estão fechadas devido aos preços exorbitantes a que ascendem. Quando chegámos à praia, avistámos uma piscina à beira mar e um areal muito pequeno.
Respirava-se tranquilidade. Nada que se compare com Macau!
No regresso, parámos na Taipa para jantar num restaurante português.
As fotos foram tiradas com telemóvel.
No dia seguinte, domingo, fomos fazer um percurso em Macau. Subimos até à Igreja da Penha e depois acabámos na Pousada de S. Tiago a comer uma sandes de atum (estilo francês) e um chá. Esta pousada é muito bonita (data de 1916). Não terminámos o percurso, porque começou a escurecer. Regressámos a casa, mas pelo caminho ainda tirámos umas fotografias nocturnas.
Têm de reparar numa foto em particular, frente ao casino Grand Lisboa. Um casal de namorados....ele muito, muito alto...ela...baixinha:)
Neste fim-de-semana foi a vez de irmos até lá. Fomos de autocarro e depois andámos a pé. O centro tem um ambiente muito típico de aldeia, muito calmo. Jogava-se Mah-Jong numa espécie de barraco, que deveria ser a associação recreativa do bairro.
Fomos até à praia Cheoc Van a pé, por entre vegetação e de braço dado com pássaros e borboletas...e alguns mosquitos também. Passámos por uma zona de habitações na encosta, viradas para o mar. Muitas estão fechadas devido aos preços exorbitantes a que ascendem. Quando chegámos à praia, avistámos uma piscina à beira mar e um areal muito pequeno.
Respirava-se tranquilidade. Nada que se compare com Macau!
No regresso, parámos na Taipa para jantar num restaurante português.
As fotos foram tiradas com telemóvel.
No dia seguinte, domingo, fomos fazer um percurso em Macau. Subimos até à Igreja da Penha e depois acabámos na Pousada de S. Tiago a comer uma sandes de atum (estilo francês) e um chá. Esta pousada é muito bonita (data de 1916). Não terminámos o percurso, porque começou a escurecer. Regressámos a casa, mas pelo caminho ainda tirámos umas fotografias nocturnas.
Têm de reparar numa foto em particular, frente ao casino Grand Lisboa. Um casal de namorados....ele muito, muito alto...ela...baixinha:)
Manifesto: animais domésticos e o gato vadio

Não há coisa melhor que o nosso amiguinho doméstico. Aquele que nos faz companhia e que está sempre à nossa espera, quando regressamos da rua. Eu tenho uma gatinha, a Sissi, que está a ter umas férias em casa dos meus pais, em Portugal, onde arranjou um amiguinho.
Os animais de estimação são bem tratados por estas bandas. Há cães (normalmente muito pequenos), gatos (normalmente amarelos), pássaros (que também são levados a passear)….
Aqui, o vizinho do andar de cima tem um cão pequeno, mas o coitado do bicho tem alturas que geme e chora. Mas chora mesmo, como se dissesse vários “aiaiaiai”. Faz isso quando percebe que a dona vem a entrar no prédio ou quando ela sai para ir trabalhar. De resto só se ouvem as patitas dele a andar de um lado para o outro.
No sábado (e foi isso que me motivou este post), vi o animal doméstico dos vizinhos que vivem no rés-do-chão (numa espécie de garagem, onde se mistura uma cozinha, ferro de um extinto negócio, mesa do jogo mah-jong, parecida com as de póker, e não faço ideia onde serão os quartos…).
O bichinho não era muito grande, mas para a classe de animal da qual fazia parte, digamos que era bem gordinho(a). Uma cor acizentada, com cerca de 15cm.. Bem…era uma ratazana daquelas, bem estimadas!!! Passou curtos momentos na rua e…zuca…lá entrou para dentro daquela “habitação”.
Mais ou menos uma hora depois dei conta que os vizinhos já estavam na rua no conversete. Ainda fui ao meu guia de conversação em cantonês, mas era difícil de dizer a palavra rato, então pensei cá para mim: “será melhor não avisá-los daquele bichinho de estimação….enquanto for acarinhado lá em baixo, não subirá para outros andares do prédio.”
Enquanto isso, do outro lado da rua há quem alimente uns jovens gatinhos (em idade de caçar) e sua mãe que vadiam por estes becos e afins, com orelhas no ar, apressados e com ar assustado. Eles são muito importantes. Lembram-se do Garfield e do seu gang do caixote do lixo?!?
Mas alimentá-los é um erro. Deixem que o ciclo da vida continue o seu curso e o gato vadio cumpra as suas funções na sociedade!!!
Daí que defendo os animais domésticos, mas defendo também o gato vadio!!!! Esse sim, quer-se robusto, mas ao mesmo tempo atlético e veloz para caçar (o bicho de estimação dos vizinhos) ou para fugir da vassoura de alguém menos amigável!!!
o que têm e o que não têm
Para que o post dos Parabéns saia daqui da primeira vista decidi que seria urgente colocar aqui algo mais. Até porque lembrar-me que a idade avança não tem piada.
Ora ontem à noite fomos jantar ao restaurante chinês. Não é um luxo como em Portugal já que gastámos 58 patacas (5,80€) pela refeição dos dois.
O que queria contar-vos é que nos restaurantes chineses não existem guardanapos. Se se lembrarem de levar lenços de papel, tudo bem, se não há uma solução: limpar às mangas da camisa! É curioso. Mas um outro pormenor interessante que têm é que em dias de chuva, como foi o caso de ontem (e hoje também), colocam à entrada da porta dois tipos de sacos plásticos: um comprido e outro mais pequeno. O objectivo é colocar o guarda-chuva dentro do saco, antes de entrar para o restaurante. Assim, ninguém leva o guarda-chuva empresta(dado) nem se molha o restaurante. Sim senhora!
Vá agora distribuam lá guardanapos ao pessoal.
Ora ontem à noite fomos jantar ao restaurante chinês. Não é um luxo como em Portugal já que gastámos 58 patacas (5,80€) pela refeição dos dois.
O que queria contar-vos é que nos restaurantes chineses não existem guardanapos. Se se lembrarem de levar lenços de papel, tudo bem, se não há uma solução: limpar às mangas da camisa! É curioso. Mas um outro pormenor interessante que têm é que em dias de chuva, como foi o caso de ontem (e hoje também), colocam à entrada da porta dois tipos de sacos plásticos: um comprido e outro mais pequeno. O objectivo é colocar o guarda-chuva dentro do saco, antes de entrar para o restaurante. Assim, ninguém leva o guarda-chuva empresta(dado) nem se molha o restaurante. Sim senhora!
Vá agora distribuam lá guardanapos ao pessoal.
Dias de natureza e convívio (sáb. a seg.)
Flores, pequenos habitats (sapos e tartarugas), animais em cativeiro (protegidos, supostamente), recintos para jogar ténis ou badmington, espaços com máquinas para exercício físico e massagens aos pés, um circuito de manutenção. Este é o Jardim da Flora que fica no sopé do Monte da Guia, o ponto natural mais alto de Macau, com ligação através de um teleférico.
São mais uns pulmões desta cidade!
Optámos por não subir de teleférico, mas sim a pé. A distância é curta, apesar de ser sempre a subir, mas valeu a pena para respirar ar fresco e observar pequenos animais que habitam o monte (sem estarem em cativeiro). Por entre a vegetação, observávamos o reboliço da cidade. Um contraste interessante.
No cimo do monte, outrora ponto estratégico de defesa habitado por militares portugueses, encontrámos abrigos antiaéreos. Túneis escavados no monte, equipados com poços para abastecimento de água, geradores, mas muito pequenos e atrofiantes, onde passaram muitas horas da sua vida.
No ponto mais alto, a Ermida da N. Sra da Guia, acompanhada de um farol, ainda em funcionamento.
Depois desta volta pela natureza, era altura de regressar para tratar do jantar que estava programado ser em nossa casa. Fiz Bacalhau à Brás e, para sobremesa, arroz doce. Depois saímos para tomar um copo na zona de bares.
Alunos macaenses, que estudam Português onde o Rog lecciona, organizaram jantar para domingo e convidaram-nos. Lá fomos provar algumas iguarias da zona, que eles compraram (Take away=ta pau). Muito, muito, muito bom! Confesso que estava com algum receio, pelo que costumo ver nas tascas. Mas gostei! Falava-se português, misturado com cantonense. Muito simpáticos e curiosos, ávidos de conhecer cultura portuguesa. Após jantar, jogaram Mah-Jong (jogo que todos, ou quase todos, os chineses jogam). Só fiquei a olhar e realmente é um jogo interessante.
Segunda-feira, véspera de feriado. Rog teve folga e fomos até Zuhai, do outro lado da fronteira. Um grande centro comercial chinês. Dentro desse centro existe um Centro de Massagens & Spa. Fomos experimentar uma massagem completa, coisa que eu nunca tinha feito. Por 35 rmb (3,5€) cada um, fizemos uma hora de massagem. Os meus músculos deviam estar tão adormecidos que foi um pouco tortura, mas o que é certo é que hoje sinto-me bem. Depois da massagem, decidi arriscar num cabeleireiro chinês (falavam pouco ou nada de inglês), mas através de gestos dei as minhas indicações e cortaram-me o cabelo. Acho que nos entendemos, pois saí satisfeita (35rmb - 3,5€).
Um pormenor curioso é que lavam o cabelo sem ser num lavatório, ou seja, com champô e uma garrafa de água vão esguichando, criam espuma, lavam e massajam a cabeça durante longos minutos, sentada numa cadeira normal, frente a um espelho, até pedires para parar. Depois é que retiram a espuma num lavatório. Este tem também uma diferença: em vez de estarmos sentadas, estamos deitadas. Na foto reparem nas “unhacas” do cabeleireiro, ferramenta do ofício hehe.

Em seguida, almoço e compras chinesas.
À noite, mais um jantar estava marcado, desta vez em casa da Cátia e David, amigos do Rog. Feijoada de Marisco e bolo de cenoura. Hummmmmmmm.
Conversa pela noite dentro e fomos cedo para casa, pois a massagem ainda estava a causar o efeito de moleza.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

